Depois dos dez anos que atuou como jornalista, a goiana Aline Tomaz se mudou para Curitiba e se encantou pela arte dos temperos. Fez o curso de Chef de Cuisine - Restaurateur no Centro Europeu e trocou de vez as palavras pelas caçarolas e pelos sabores. Trabalhou em restaurantes de Curitiba e hoje é chef de cozinha da Assembleia Legislativa do Paraná e do Dona Doida Restobar.
O que não pode faltar numa cozinha?Tecnicamente, organização. Emocionalmente, carinho e dedicação. Um cozinheiro precisa fazer do trabalho uma terapia, ao ponto de conseguir esquecer o resto do mundo enquanto está cozinhando, para conseguir colocar o melhor dos sentimentos nos reparos. Com certeza esse é aquele ingrediente “secreto” que faz a diferença.
Você sempre come tudo o que faz?Eu adoro comer! Então vou cozinhando e experimentando em todas as etapas para ter certeza de que vai estar perfeito no final.
Carne, ave ou peixe? De que forma?Carne, peixe e aves! Gosto das diferentes texturas e particularidades dos sabores. Uma carne grelhada, temperada apenas com sal e pimenta moída na hora, mesmo sem molho, passa a sensação de frescor. Se colocar um molho, dá pra enriquecer ainda mais o paladar. As aves eu prefiro marinadas e assadas. Já o peixe, além de mais leve é bem versátil. Desde ceviche, as possibilidades são muito variadas.
Um segredo de cozinha que não contou pra ninguém até hoje?Sou da opinião de que o conhecimento deve ser compartilhado. Quando os clientes chegam ao meu restaurante e pedem receitas de pratos que sirvo me sinto até honrada.
Sua última refeição seria…Entrada e prato principal nem importam tanto, desde que a sobremesa seja um pudim de leite bem cremoso.
(*) A coluna Caçarolices é editada pelo jornalista goiano Rimene Amaral no portal The Book.

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